recebe a 25 de Janeiro
o cantor e compositor
Henry Burnett
Henry Burnett nasceu em Belém do Pará em 1971. Ao longo de mais de 20 anos de trabalho autoral, desenvolveu uma identidade musical que resulta tanto da vivência de sua cidade natal quanto das informações da tradição do cancioneiro popular brasileiro. Faz parte de uma geração de compositores que acrescentou alguns novos elementos à tradição da música paraense, principalmente na aproximação com a esfera pop.
Burnett irá apresentar uma selecção de canções dos seus cinco álbuns de estúdio: "Linhas urbanas", "Não para magoar", "Interior", "Retruque/Retoque" e "Depois da revoada".
O concerto contará com a participação especial de Elisa de Mira.
o cantor e compositor
Henry Burnett nasceu em Belém do Pará em 1971. Ao longo de mais de 20 anos de trabalho autoral, desenvolveu uma identidade musical que resulta tanto da vivência de sua cidade natal quanto das informações da tradição do cancioneiro popular brasileiro. Faz parte de uma geração de compositores que acrescentou alguns novos elementos à tradição da música paraense, principalmente na aproximação com a esfera pop.
Burnett irá apresentar uma selecção de canções dos seus cinco álbuns de estúdio: "Linhas urbanas", "Não para magoar", "Interior", "Retruque/Retoque" e "Depois da revoada".
O concerto contará com a participação especial de Elisa de Mira.
apresenta
INVERNO
8 a 18 de Janeiro
A Bruxa Teatro irá repor de 8 a 18 de Janeiro, de quarta a sábado, a sua mais recente produção, 'Inverno'.
INVERNO
Jon Fosse (Noruega, 2000)
Uma mulher, um homem, um banco na rua, um quarto de hotel: duas pessoas que se encontram: ela está sozinha; ele tem uma mulher e duas crianças numa outra cidade. Ela deseja-o, mas ele não é capaz de se separar da família, depois ele deseja-a a ela, e ela por sua vez reage com reservas. Trata-se de um encontro com os momentos que escaparam, a par com uma linguagem desamparada que a maior parte das vezes já só se perde em pequenas palavras.
JON FOSSE nasceu em 1959 em Haugesund, no Oeste da Noruega. Vive em Bergen. Escreve em novo Norueguês, língua obrigatória nas escolas mas que só é falada nessa região. Estreou-se na literatura em 1983, tendo publicado cerca de quinze livros antes de chegar ao teatro: romances, poesia, ensaios, novelas e livros para crianças. O seu primeiro texto para o teatro foi escrito em 1994. As suas peças começaram a circular no final dos anos 90, tendo sido representadas na Noruega e no estrangeiro, dirigidas por encenadores como Gunnel Lindblom, Claude Régy, Jacques Lassale, Thomas Ostermeier, Barbara Frey, Katie Mitchell ou Patrice Chéreau que, em 2011, dirigiu ‘Sonho de Outono’ e ‘Sou O Vento’. Foi vencedor dos prémios: Nynorsk (1988 e de novo em 2003); Aschehoug (1997); Dobloug (1999); Norsk Kulturads (2003); Nynorsk Litearture Prize (2003); Breage (2005); Academia Sueca (2007); e em 2010, foi-lhe concedido o prestigiado Prémio Ibsen. É autor de ‘E Nunca nos Separarão’, ‘O Nome’, ‘Vai Vir Alguém’ ‘A Criança’, ‘Mãe e Criança’, ‘O Filho’, ‘A Noite Canta os Seus Cantos’, ‘Um Dia de Verão’, ‘Sonho de Outono’, ‘Quando a Luz Baixa e Fica Escuro’, ‘Dorme, Meu Menino’, ‘Visitas’, ‘Inverno’, ‘Variações Sobre a Morte’, ‘A Rapariga no Sofá’, ‘Lilás’, ‘Os Cães Mortos’, ‘Suzannah’, ‘Sa ka la’, ‘Warm’, ‘Sono’, ‘Rambuku’, ‘Sombras’, ‘Sou o Vento’, ‘Morte em Tebas’.
INVERNO
texto JON FOSSE | tradução PEDRO PORTO FERNANDES | encenação e concepção plástica FIGUEIRA CID | imagem do espectáculo ANA NUNES (óleo s/ tela) | design gráfico JOÃO PITEIRA | fotografia TELMO ROCHA | com ANA LEITÃO e FIGUEIRA CID | desenho de luz FIGUEIRA CID | banda sonora ANA LEITÃO | operação de luz e som CARLOS MAVIOSO | costura VICÊNCIA MOREIRA | secretariado e produção VANDA RUFO | 30ª Produção de ‘a BRUXA teatro'
Em cena de 8 a 18 de Janeiro| quarta a sábado | 21:30h
A Bruxa Teatro | Rua do Eborim, 16 Ex. Celeiros da EPAC | Évora
Reservas: abruxateatro@gmail.com | 266 747 047
Bilhetes: 5,00€ público geral | 2,50€ estudantes, desempregados e reformados
M/18
INVERNO
Jon Fosse (Noruega, 2000)
Uma mulher, um homem, um banco na rua, um quarto de hotel: duas pessoas que se encontram: ela está sozinha; ele tem uma mulher e duas crianças numa outra cidade. Ela deseja-o, mas ele não é capaz de se separar da família, depois ele deseja-a a ela, e ela por sua vez reage com reservas. Trata-se de um encontro com os momentos que escaparam, a par com uma linguagem desamparada que a maior parte das vezes já só se perde em pequenas palavras.
texto JON FOSSE | tradução PEDRO PORTO FERNANDES | encenação e concepção plástica FIGUEIRA CID | imagem do espectáculo ANA NUNES (óleo s/ tela) | design gráfico JOÃO PITEIRA | fotografia TELMO ROCHA | com ANA LEITÃO e FIGUEIRA CID | desenho de luz FIGUEIRA CID | banda sonora ANA LEITÃO | operação de luz e som CARLOS MAVIOSO | costura VICÊNCIA MOREIRA | secretariado e produção VANDA RUFO | 30ª Produção de ‘a BRUXA teatro'
Em cena de 8 a 18 de Janeiro| quarta a sábado | 21:30h
A Bruxa Teatro | Rua do Eborim, 16 Ex. Celeiros da EPAC | Évora
Reservas: abruxateatro@gmail.com | 266 747 047
Bilhetes: 5,00€ público geral | 2,50€ estudantes, desempregados e reformados
M/18
apresenta
INVERNO
19 a 28 de Dezembro
Está marcada para dia 19 de Dezembro às 21:30h na 'A Bruxa Teatro' a estreia da mais recente produção da 'aBt', INVERNO, de Jon Fosse.
INVERNO
Jon Fosse
(Noruega, 2000)
Uma
mulher, um homem, um banco na rua, um quarto de hotel: duas pessoas que se
encontram: ela está sozinha; ele tem uma mulher e duas crianças numa outra
cidade. Ela deseja-o, mas ele não é capaz de se separar da família, depois ele
deseja-a a ela, e ela por sua vez reage com reservas. Trata-se de um encontro
com os momentos que escaparam, a par com uma linguagem desamparada que a maior
parte das vezes já só se perde em pequenas palavras.
JON FOSSE nasceu em 1959 em Haugesund, no Oeste da Noruega.
Vive em Bergen.
Escreve em novo Norueguês, língua obrigatória nas escolas mas
que só é falada nessa região. Estreou-se na literatura em 1983, tendo publicado
cerca de quinze livros antes de chegar ao teatro: romances, poesia, ensaios,
novelas e livros para crianças. O seu primeiro texto para o teatro foi escrito
em 1994. As suas peças começaram a circular no final dos anos 90, tendo sido
representadas na Noruega e no estrangeiro, dirigidas por encenadores como
Gunnel Lindblom, Claude Régy, Jacques Lassale, Thomas Ostermeier, Barbara Frey,
Katie Mitchell ou Patrice Chéreau que, em 2011, dirigiu ‘Sonho de Outono’ e
‘Sou O Vento’. Foi vencedor dos prémios: Nynorsk (1988 e de novo em 2003);
Aschehoug (1997); Dobloug (1999); Norsk Kulturads (2003); Nynorsk Litearture
Prize (2003); Breage (2005); Academia Sueca (2007); e em 2010, foi-lhe
concedido o prestigiado Prémio Ibsen. É autor de ‘E Nunca nos Separarão’, ‘O
Nome’, ‘Vai Vir Alguém’ ‘A Criança’, ‘Mãe e Criança’, ‘O Filho’, ‘A Noite Canta
os Seus Cantos’, ‘Um Dia de Verão’, ‘Sonho de Outono’, ‘Quando a Luz Baixa e
Fica Escuro’, ‘Dorme, Meu Menino’, ‘Visitas’, ‘Inverno’, ‘Variações Sobre a
Morte’, ‘A Rapariga no Sofá’, ‘Lilás’, ‘Os Cães Mortos’, ‘Suzannah’, ‘Sa ka
la’, ‘Warm’, ‘Sono’, ‘Rambuku’, ‘Sombras’, ‘Sou o Vento’, ‘Morte em Tebas’.
INVERNO
texto JON FOSSE | tradução PEDRO PORTO FERNANDES | encenação e concepção
plástica FIGUEIRA CID | imagem do espectáculo ANA NUNES (óleo s/ tela) | design
gráfico JOÃO PITEIRA | fotografia TELMO ROCHA |
com ANA LEITÃO e FIGUEIRA CID | desenho de luz FIGUEIRA CID | banda
sonora ANA LEITÃO | operação de luz e
som CARLOS MAVIOSO | costura VICÊNCIA MOREIRA | secretariado e
produção VANDA RUFO | 30ª Produção de ‘a BRUXA teatro'
Em cena de 19 a 28 de Dezembro | quinta a sábado | 21:30h
A Bruxa Teatro | Rua do Eborim, 16 Ex. Celeiros da EPAC | Évora
Reservas: abruxateatro@gmail.com | 266 747 047
Bilhetes: 5,00€ público geral | 2,50€ estudantes, desempregados e reformados
M/18
INVERNO
Jon Fosse
(Noruega, 2000)
Uma
mulher, um homem, um banco na rua, um quarto de hotel: duas pessoas que se
encontram: ela está sozinha; ele tem uma mulher e duas crianças numa outra
cidade. Ela deseja-o, mas ele não é capaz de se separar da família, depois ele
deseja-a a ela, e ela por sua vez reage com reservas. Trata-se de um encontro
com os momentos que escaparam, a par com uma linguagem desamparada que a maior
parte das vezes já só se perde em pequenas palavras.
texto JON FOSSE | tradução PEDRO PORTO FERNANDES | encenação e concepção
plástica FIGUEIRA CID | imagem do espectáculo ANA NUNES (óleo s/ tela) | design
gráfico JOÃO PITEIRA | fotografia TELMO ROCHA |
com ANA LEITÃO e FIGUEIRA CID | desenho de luz FIGUEIRA CID | banda
sonora ANA LEITÃO | operação de luz e
som CARLOS MAVIOSO | costura VICÊNCIA MOREIRA | secretariado e
produção VANDA RUFO | 30ª Produção de ‘a BRUXA teatro'
Em cena de 19 a 28 de Dezembro | quinta a sábado | 21:30h
A Bruxa Teatro | Rua do Eborim, 16 Ex. Celeiros da EPAC | Évora
Reservas: abruxateatro@gmail.com | 266 747 047
Bilhetes: 5,00€ público geral | 2,50€ estudantes, desempregados e reformados
M/18
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recebe
o Teatro Inédito do Porto
com o espectáculo
'Anteontem' de Paulo Freitas
30 de Novembro
Nas nossas vidas
quotidianas temos constantemente presente a noção de tempo. Ou é porque não
temos tempo para nada, ou é porque temos tempo a mais, ou é porque a vida é tão
efémera que nem tempo temos para a viver.
Mas o que aconteceria ao nosso conceito de tempo se este parasse?
Esta peça parte desse pressuposto: o tempo está parado.
Parou na manhã do dia 23 de Abril de 1974.
O que aconteceu antes? O que acontecerá depois?
Dois actores em palco, dois homens, duas facções.
Um opositor ao Estado Novo e um polícia da DGS - Direcção Geral de Segurança
(antiga PVDE e PIDE) lançam pensamentos ao ar, num momento em que tudo o resto
à sua volta está parado.
Serão os Homens assim tão diferentes?
Será que nas duas pontas da corda não haverá semelhanças? Afinal estão ambas
lá, perto da queda.
Num espectáculo intimista, vemos um Portugal sonhado, um Portugal emoldurado em
cabeças que acreditavam nele.
Onde pára esse Portugal?
Anteontem, de Paulo Freitas
Interpretação de José Leite e Paulo Freitas | Banda
Sonora Original e Interpretação ao vivo de Luís Ferreira | Voz Off de Pedro Fiúza Desenho de
Luz de Eduardo Pousa | Encenação de Paulo Freitas
M/12
Anteontem
LOCAL: A Bruxa Teatro, Rua do Eborim, 16 (Ex. Celeiros da EPAC)
DATA: 30 Novembro
HORÁRIO: 21:30h
BILHETES: 5€ | 2,50€
RESERVAS: abruxateatro@gmail.com | 266 747 047
ORGANIZAÇÃO: aBt/acolhimento
PRODUÇÃO/CRIAÇÃO: TIPO
'Anteontem' de Paulo Freitas
Nas nossas vidas
quotidianas temos constantemente presente a noção de tempo. Ou é porque não
temos tempo para nada, ou é porque temos tempo a mais, ou é porque a vida é tão
efémera que nem tempo temos para a viver.
Mas o que aconteceria ao nosso conceito de tempo se este parasse?
Esta peça parte desse pressuposto: o tempo está parado.
Parou na manhã do dia 23 de Abril de 1974.
O que aconteceu antes? O que acontecerá depois?
Dois actores em palco, dois homens, duas facções.
Um opositor ao Estado Novo e um polícia da DGS - Direcção Geral de Segurança
(antiga PVDE e PIDE) lançam pensamentos ao ar, num momento em que tudo o resto
à sua volta está parado.
Serão os Homens assim tão diferentes?
Será que nas duas pontas da corda não haverá semelhanças? Afinal estão ambas
lá, perto da queda.
Num espectáculo intimista, vemos um Portugal sonhado, um Portugal emoldurado em
cabeças que acreditavam nele.
Onde pára esse Portugal?
Anteontem, de Paulo Freitas
Interpretação de José Leite e Paulo Freitas | Banda
Sonora Original e Interpretação ao vivo de Luís Ferreira | Voz Off de Pedro Fiúza Desenho de
Luz de Eduardo Pousa | Encenação de Paulo Freitas
M/12
M/12
Anteontem
LOCAL: A Bruxa Teatro, Rua do Eborim, 16 (Ex. Celeiros da EPAC)
DATA: 30 Novembro
HORÁRIO: 21:30h
BILHETES: 5€ | 2,50€
RESERVAS: abruxateatro@gmail.com | 266 747 047
ORGANIZAÇÃO: aBt/acolhimento
PRODUÇÃO/CRIAÇÃO: TIPO
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recebe
os ARTISTAS UNIDOS
com o espectáculo
'UM PRECIPÍCIO NO MAR' de Simon Stephens
15 de Novembro
As coisas correm bem a Alex. Ama a sua mulher, a sua filha, a sua cidade, o seu trabalho...
mas por vezes a força da vida pode bater contra nós. E tudo pode ser-nos tirado.
Alex nunca dá
voz às palavras cruéis que pronunciou naquele dia. Mas podemos imaginá-las.
Simon Stephens leva-nos subtilmente, em tom de confidência, ao ponto em que nos
basta apenas preencher as palavras não ditas.
Monólogo perfeito de trinta minutos, parece a
história trivial de um jovem amor, da paternidade e da família, mas com a ratoeira
de uma tragédia sem sentido. Pode ser Deus responsável pela beleza da vida e
também pela crueldade inexplicável?
JSM
UM PRECIPÍCIO NO MAR de Simon
Stephens Tradução Hélia Correia | Com João Meireles
Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves | Luz Pedro Domingos | Encenação
Jorge Silva Melo
M12
UM PRECIPÍCIO NO MAR
LOCAL: A Bruxa Teatro, Rua do Eborim, 16 (Ex. Celeiros da EPAC)
DATA: 15 Novembro
HORÁRIO: 21:30h
BILHETES: 5€ | 2,50€
RESERVAS: abruxateatro@gmail.com | 266 747 047
ORGANIZAÇÃO: aBt/acolhimento
'UM PRECIPÍCIO NO MAR' de Simon Stephens
JSM
UM PRECIPÍCIO NO MAR de Simon
Stephens Tradução Hélia Correia | Com João Meireles
Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves | Luz Pedro Domingos | Encenação
Jorge Silva Melo
M12
UM PRECIPÍCIO NO MAR
LOCAL: A Bruxa Teatro, Rua do Eborim, 16 (Ex. Celeiros da EPAC)
DATA: 15 Novembro
HORÁRIO: 21:30h
BILHETES: 5€ | 2,50€
RESERVAS: abruxateatro@gmail.com | 266 747 047
ORGANIZAÇÃO: aBt/acolhimento
recebe
o espectáculo de dança
'Pequena Valsa' de André Russo
dias 1 e 2 de Novembro
Pequena Valsa, com interpretação, concepção e edição musical de André Russo, é uma criação coreográfica a partir do conto homónimo.
Uma análise sobre o foro psicológico, físico e comportamental de um homem que procura transformar-se através de um mergulho num rio, perto da cidade onde viveu toda a sua infância. Depois da sua cabeça ter explodido, fica à deriva deixando que a água o mova e limpe.
Relacionam-se conceitos como identidade, interrelação/intrarelação, o conceito de bom selvagem, o abandono, a fuga.
M/4

A minha cabeça explodiu a 26 de setembro de 1983 perto de um rio, nos arredores da cidade onde vivi
toda a minha infância. Não sei o motivo pelo qual escolhi aquele lugar para explodir. Talvez porque,
como a água e pela água, inconstante e agitada, procurava a transformação a partir de mim, sobre o
que sempre foi meu.
Da explosão restou o meu corpo caído entre as poucas coisas que levei comigo: uma mochila, uma
laranja e umas botas do meu pai. Mas porque chorava e pensava ainda se o meu corpo começara a
existir de pescoço a céu aberto?
André Russo
Pequena Valsa
Local: a BRUXA teatro, Espaço Celeiros, Rua do Eborim, 16 - Évora
Datas: 1 e 2 Novembro
Horário: 22:00h
Bilhetes: 4€ | 2,50€
Reservas: abruxateatro@gmail.com
266 747 047
Organização: aBt/Acolhimento
recebe
Grupo Matula Teatro
com o espetáculo 'Agda'
dias 13 e 14 de julho
Fruto mais
recente da sólida parceria entre os grupos Matula Teatro e Boa Companhia, o
espetáculo AGDA, adaptação do conto
homônimo da escritora Hilda Hilst, aborda questões fundamentais da existência
humana, como a finitude da vida e a aparente
incompatibilidade entre os desejos do corpo e do espírito, entre o sagrado e o
profano.
O elenco representa os personagens femininos e
masculinos – numa escala arquetípica, anima e animus - personificando essas
duas energias opostas e complementares que compõem todo ser humano. A voz
feminina, lírica e angustiada de Agda em sua busca eterna por conhecimento
e transcendência, em contraponto às vozes da aldeia e de seus três homens
e amantes, traz à cena questões sobre o feminino, intrínsecas à obra da autora.
O espetáculo AGDA é uma adaptação do conto homônimo de Hilda Hilst. A história
da mulher que rompe tabus e provoca a ira da comunidade onde vive, serve de
metáfora para uma reflexão sobre o mundo contemporâneo, cuja lógica
mercantilista e violenta não dá espaço à gentileza e ao cuidado, próprios do
feminino. Para isso, a encenação serve-se de elementos de teatro e dança,
transitando entre a prosa e a poesia, em um delicado jogo de construção e
desconstrução de imagens e personagens.
Ficha Técnica
Atuação:
Alice Possani, Melissa Lopes e Verônica Fabrini
Texto Original: Hilda Hilst
Direção e Adaptação: Moacir Ferraz
Iluminação: Alice Possani e Moacir
Ferraz
Figurinos: Juliana Pfeifer e Sandra
Pestana
Cenografia: Juliana Pfeifer
Orientação Tango: Natacha Muriel e
Lucas Magalhães
Trilha sonora: Mauro Braga e Silas
Oliveira
Fotografia: Anabela Leandro e Claudia
Echenique
Identidade Visual: Léo Ferrari
Produção: Anna Kühl e Cassiane
Tomilhero
Realização: Grupo Matula Teatro e Boa
Companhia
Local: a BRUXA teatro, Espaço Celeiros, Rua do Eborim, 16 - Évora
Datas: 13 e 14 julho
Horário: 22:00h
Bilhetes: geral 5€ | 3€ estudantes, reformados e desempregados
Reservas: abruxateatro@gmail.com | 266 747 047
Duração: 60 min.
M/18
Organização: aBt/Acolhimento
DO OUTRO LADO DO OCEANO…

…NOSSAS AVENTURAS EM TERRAS LUSITANAS.
Como muitos já sabem, na semana passada o Grupo Matula e a Boa Companhiapartiram para a cidade de Évora, que fica na região do Alentejo, em Portugal. Na bagagem, espetáculos e atividades formativas, inspiradas na obra da escritora Hilda Hilst, na forma do evento O Feminino, o Verso e a Cena.
Esta aventura além-mar foi possível por meio do Edital de Intercâmbio e difusão Cultura, em parceria com a Universidade da Évora, especialmente com o apoio dos professores Isabel Bezelga e Tiago Porteiro, além do apoio também da Reitoria da Unicamp, e do Cid Figueira, ator e diretor do espaço A Bruxa Teatro.
Além das diversas atividades, houve um encontro pra lá de especial: fomos recebidos pela matula Melissa Lopes, que está há quase um ano em terras lusitanas finalizando seu doutorado. Assim, embora do outro lado do oceano, pudemos nos sentir chegando em casa, nesse reencontro atravessado de saudades e carinho…
Aqui vai um pouquinho de imagens e relatos, dessa semana intensa de afetos!
Espetáculo Agda
Nos dias 13 e 14 de julho foi a vez de Agda entrar em cena!
O local escolhido foi o A Bruxa Teatro, sala localizada num edifício histórico, dentro das muralhas de Évora. Não poderia haver lugar melhor!
Lugar “Caloroso, Inventivo, móvel. Com uma certa ideia – alta- do ser humano e uma certa ideia larga do teatro. E confiança na nossa capacidade de juntar um pouco de sentido e de beleza à existência” (é com essas palavras, que A Bruxa se apresenta logo na entrada do teatro) Fomos muito bem recebidas por pessoas atenciosas, que nos receberam com muita eficiência: Cid Figueira, Vanda Rufo e o técnico João.
Ora pois, fica aqui uma saudade nostálgica do Tejo embalada por um bom fado português.
Até a próxima!
Um grande abraço,
Um grande abraço,
Matula(s)
recebe
FAÍSCA TEATRO
com o espetáculo 'VAMOS?'
dias 5 e 6 de julho
'VAMOS?' a partir do texto de Mário Viana | Interpretação de Fábio Vaz, Isabel Sousa, Filipa Tomé e André Susano
Encenação coletiva
SINOPSE
Este espectáculo, a partir do texto, com o mesmo nome, de Mário Viana, pretende quebrar com um dos grandes tabus da sociedade atual: sexo entre amigos! Qual será o motivo para dois amigos terem tesão um pelo outro? Será que isso acontece porque essa relação de amizade está no limite entre uma amizade e uma paixão? Será que às vezes nos tornamos tão próximos de um amigo que, de repente... PLIM... nasce uma paixão? Ou tesão?!
Um texto cómico, interessante pelo seu ritmo, com um diálogo coloquial, que confere uma dinâmica alucinante à peça, com piadas rápidas e respostas secas. Aborda um assunto que para qualquer género de casal, é tratado mais ou menos de igual forma – põem-se de lado as palavras 'heterossexualidade' e 'homossexualidade' para denominar as pessoas como simples seres humanos que possuem desejos e sentimentos. Reflecte sobre o "politicamente correto": dois amigos não vão para a cama porque são casados, porque são amigos, porque a traição foi instituída como algo incorrecto... De um lado defende-se a flexibilidade do amor, de outro a fidelidade conjugal e a preservação da amizade: como irá terminar esta conversa? Vamos?
M/16
VAMOS?
Local: a BRUXA teatro, Espaço Celeiros, Rua do Eborim, 16 - Évora
Datas: 5 e 6 julho
Horário: 21:30h
Bilhetes: 3,50€
Reservas: abruxateatro@gmail.com
266 747 047 | 964 106 541 | 919 039 858
Organização: aBt/Acolhimento
Subscrever:
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